Amanhã o telefone toca, amanhã a fixa cai, amanhã eu digo não, ou sim, amanhã eu não sei o que vou fazer, só sei que amanhã não pode ser desperdiçado. Amanhã, uma palavra estranha, assim como “queria”, geralmente, talvez, sejam a mesma coisa, com um significado diferente, ou não. É confuso, é profundo. Amanhã eu queria que o telefone tocasse, amanhã eu queria que a sua fixa caísse, amanhã eu queria saber o que vou fazer. Amanhã eu vou entender esse texto. Mas pra mim amanhã pode ser ontem. Um ontem melhorado, um ontem piorado, talvez otimista demais, talvez pessimista demais, talvez seja só algo em comum com hoje. Talvez seja só mais um dia cinza.
- Bruna Sousa pensando em como seria difícil saber o que pode acontecer amanhã, siecks  (via crashedd)